sexta-feira, 23 de abril de 2010

O som da Motown no Cine Cultura !!!


O Som da Motown,
de Cláudio Figueira e Renato Vieira
Teatro das Artes – Shopping Eldorado
Depois do sucesso absoluto de público no Rio de Janeiro, chega a São Paulo o musical “O Som da Motown”. O espetáculo presenteia o público com 50 das 110 canções mais ouvidas nas décadas 60, 70 e 80, lançadas pela lendária gravadora norte-americana Motown Records, que comemorou 50 anos em 2009.
No palco 5 intérpretes da nova geração apresentam hits do The Jackson Five, The Supremes, Stevie Wonder e muitos outros, que prometem despertar saudade!
O Som da Motown, musical concebido e dirigido por Cláudio Figueira (conhecido pelo sucesso “Sinatra, olhos azuis”, assistido por 80 mil pessoas) e Renato Vieira (diretor de movimento dos principais musicais do Rio).
Em cena, 50 das mais célebres canções eternizadas por astros e estrelas como Michael Jackson, Diana Ross, Stevie Wonder, Lionel Richie, Marvin Gaye e grupos como The Supremes, The Jackson Five, The Temptations, The Four Tops, para citar alguns do histórico elenco contratado pelo visionário Berry Gordy, fundador da Motown Records, nos idos de 1959, em Detroit, Estados Unidos.
“OSom da Motown” dá corpo, figurinos, cabelos black power e voz, muita voz, utilizando recursos teatrais, à histórica constelação do maioral da black music norte-americana.
Cláudio Figueira e Renato Vieira apostam em cinco estrelas da nova geração para dar corpo e alma aos grandes sucessos da Motown. São elas Simone Centurione, Thalita Pertuzatti, Ellen Wilson, Alcione Marques e Débora Pinheiro, as quais foram selecionadas a partir de minuciosos testes, com a intenção de garantir a qualidade das interpretações anteriores.
Para acompanhá-las estão ao vivo no palco os músicos Fernando Lopez (teclados), Robson Rodrigues (baixo), Marcio Amaro (bateria), Moisés Camilo (guitarra) e George de Oliveira (sax). Ao longo de cinco blocos, as intérpretes realizam sete trocas de figurinos, somando 34 peças.
O Som da Motown não ambiciona documentar a história da gravadora. O musical foca em resgatar a emoção de um dos períodos mais importantes da história da música norte-americana, considerado precursor da Era do Disco dos anos 70.
Entre os blocos, uma colagem audiovisual será exibida em um telão, pincelando personagens e fatos históricos das épocas retratadas. “Privilegiamos a música e, para isso, contamos com esse fantástico elenco feminino de cantoras e uma banda de altíssimo nível”, destaca o autor, diretor e coreógrafo Cláudio Figueira, fundador da Só de Sapato Produções.
“Com muito carinho e cuidado, lançamos mão de uma extrema liberdade poética para retratar a Motown, representante de uma sonoridade que marcou a vida de milhares de pessoas daquelas gerações. Queremos que a juventude de hoje venha conhecer o que ela representou”, propõe Renato Vieira.
Coube à pesquisadora e produtora Carmen Figueira mergulhar no universo musical da Motown. Ela é a responsável pela escolha das 50 canções do musical, dentro de um rico universo de 150 músicas reunidas em seis CDs.
Entre elas estão I heard it through the grapevine, You and I, Get Ready, de Rick James e Rare Heart; Babe I need your loving, dos Four Tops; Papa was a rolling stone, The Temptations; I hear a symphony, The Supremes; Never can say goodbye eBen, entre outras, do The Jackson Five; My cherrie amour, For once in my life e Isn’t she lovely, de Stevie Wonder e muito mais.
Responsável pelos arranjos, o músico Fernando Lopez declarou ter experimentado um grande desafio ao conhecer mais profundamente a Motown. “Precisei dar muita atenção aos blocos dedicados a The Jackson Five e Stevie Wonder. A musicalidade deles já era bem avançada naquela época”, afirma.
“Fiquei pasmo ao conferir os The Funk Brothers [conjunto base das gravações no estúdio da Motown]e saber que tudo era feito em quatro canais, na hora, sem edições posteriores”, completa.

Ficha Técnica

Ficha Técnica
Direção: Cláudio Figueira e Renato Vieira
Elenco: Simone Centurione,Thalita Pertuzatti,Ellen Wilson, Alcione Marques,Débora Pinheiro
Arranjo e direção musical: Fernando Lopez
Direção musical vocal: Everton Louvize
Pesquisa musical: Carmen Figueira
Figurinos: Marcelo Oliveira
Cenários: Cláudio Figueira e Renato Vieira
Desenho de luz: Eduardo Salino
Engenheiro de som: Hugo Tolipan
Direção de produção: Carmen Figueira
Assistente de produção: Tamara Zelazo |
Videografismo: Gustavo Gelmini
Fotografia: Bruno Veiga
Cenotécnico: Rogério Sampaio | Modelista: Rose | Alfaiate: Domingos | Programação visual: Olga Muniz | Contra-regra: Raul Mororó | Camareira: Amélia | Operador de luz: Miguel Bittencourt | Operador de som: Rogério Macedo
Realização: Só de Sapato Prod. e Prom. Artísticas
Parceria que concilia talentos
O Som da Motown promove o encontro profissional no teatro de amigos de longa data na dança: Renato Vieira e Cláudio Figueira.
A montagem de O Som da Motown traz Cláudio de volta ao “ambiente” adulto, após o grande sucesso de Sinatra, olhos azuis, visto por mais de 80 mil pessoas e apresentado em Portugal. Em mais de 35 anos de carreira, Renato Vieira assina a direção de movimento de nove entre dez musicais dos mais importantes da recente safra do teatro nacional, como Beatles – num céu com diamantes,Sassaricando, Cole Porter - Ele nunca disse que me amava, Company, South American Way, Cristal Bacharach, Lado a Lado com Sondheim, tendo diretores como Miguel Falabella, Cláudio Botelho e Charles Möeller, Cacá Mourthé e Bernardo Jablonsky.

Serviço

O Som da Motown(90 minutos)
Classificação Etária: Livre
Teatro das Artes (742 lugares)
Avenida Rebouças, 3970 – Shop. Eldorado
Bilheteria: de terça a domingo, a partir das 14h. Aceita cartão de débito e crédito, exceto Amex. Não aceita cheque.
Informações: (11) 3034.0075
Sextas e Sábados, às 21h30. Domingo, às 18h
Preço: Sexta R$ 60,00. Sábado e domingo R$ 70,00
Vendas pela internet: www.ingresso.com
Por telefone: 4003-2330
Estreia dia 05 de março – Sexta-feira
Temporada até 25 de abril

Cine Cultura no Hotel Convento do Carmo


O Pestana Convento do Carmo, localizado no Pelourinho, coração de Salvador, na Bahia, é membro da tradicional rede Pousadas de Portugal. Começou a ser erguido em 1586, pela Ordem Primeira dos Freis Carmelitas e ao longo dos séculos foi palco de grandes acontecimentos da história do Brasil. Hoje, após uma cuidadosa e detalhada restauração, o Pestana Convento do Carmo é o primeiro hotel histórico de luxo do país. A arquitetura marcante do Convento combinada com o mobiliário e obras de arte, compõem uma atmosfera de charme e requinte, presente desde o primeiro contato do hóspede, em sua recepção imponente. A sofisticação dos serviços garante uma experiência inesquecível.

O Pestana Convento do Carmo é membro da prestigiada “The Leading Small Hotels of the World”.


PRÊMIOS

Revista Norte Americana Travel+Leisure - Elegeu o Pestana Convento do Carmo como uma das melhores novas unidades hoteleiras do mundo

Guia 4 Rodas 2007 "Melhor hotel em local Histórico".

Revista Gula 2007 "Melhor Restaurante Português - 3º lugar".

Prêmio Gula e Brastemp Novos Talentos 2007 - "Chef Revelação 2º lugar".

Revista Veja Salvador "Melhor Restaurante Português"



sexta-feira, 16 de abril de 2010

Ney Matogrosso no Cine Cultura.


O programa Cine Cultura esteve no Citybank Hall com o cantor Ney Matogrosso, após o sucesso da turnê Inclassificáveis, Ney Matogrosso esteve em São Paulo e estreiou seu novo trabalho intitulado Beijo Bandido. Ao contrário da onda roqueira do show anterior, Ney apresenta músicas pop e românticas feitas por grandes nomes e compositores da música brasileira.
No repertório estão as canções Doce de Coco (Hermínio Bello de Carvalho), As Ilhas (Piazolla e Geraldo Carneiro), Tango Para Teresa (Evaldo Gouveia e Jair Amorim), Invento (Vitor Ramil), De Cigarro Em Cigarro (Luiz Bonfá), Medo de Amar(Vinicius de Moraes), Bicho De Sete Cabeças (Geraldo Azevedo, Zé Ramalho e Renato Rocha), Segredo (Herivelto Martins e Marino Pinto) e Mulher Sem Razão (Cazuza, Dé e Bebel Gilberto).

Confira o show e a entrevista no site www.cineculturatv.com.br.

Ney Matogrosso


Ney de Sousa Pereira (Bela Vista, 1º de agostode 1941), mais conhecido como Ney Matogrosso, é um cantor e ator brasileiro, ex-integrante doSecos & Molhados.

Atualmente considerado um dos intérpretes brasileiros mais produtivos, o nome artístico Ney Matogrosso foi adotado somente em 1971, quando se mudou para São Paulo.[1] Desde cedo demonstrou dotes artísticos: cantava, pintava e interpretava. Teve a infância e a adolescênciamarcadas pela solidão, e ao completar dezessete anos deixou a casa da família para ingressar naAeronáutica, Ney ainda estava indeciso quanto à futura profissão. Gostava de teatro e cantava esporadicamente, mas acabou indo trabalhar no laboratório de anatomia patológica do Hospital de Base de Brasília, a convite de um primo.

Tempos depois foi convidado para participar de um festival universitário e chegou a formar um quarteto vocal. Depois do festival, fez de tudo um pouco, até atuou em um programa de televisão. Também concentrou suas atenções no teatro, decidido a ser ator. Atrás deste sonho, ele desembarcou no Rio de Janeiro em 1966, onde passou a viver da confecção e venda de peças de artesanato em couro. Ney adotou completamente a filosofia de vida hippie.

Atualidade

Ney mantém no estado do Rio de Janeiro uma área de preservação ambiental para micos-leões-dourados, espécie ameaçada de extinção. Estreou no segundo semestre de 2007 um dos espetáculos mais comentados, Inclassificáveis, originando um CD, lançado pela gravadora EMI com produção de Ricardo Fábio, gravado em dezembro e um DVD. Este permaneceu em cartaz até 2009 contando com apresentações pelo Brasil inteiro, com visual impactante e andrógeno, e sonoridade comportando apenasguitarra, violão, percussões, programações e baixo.

Em junho de 2008 os 15 primeiros discos do artista foram reeditados em CD, na caixa Camaleão, que também trouxe um CD com gravações avulsas, em participações especiais do artista em projetos especiais e discos de outros artistas, bem como sobras de estúdio, fonogramas de compactos raros, registros ao vivo e músicas gravadas exclusivamente para a trilha sonora de novelas e filmes (Pérolas raras) e outro trabalho coletivo, com Caetano Veloso e João Bosco (Brazil Night - Montreux 83), gravado ao vivo em Montreux, na Suíça, em 9 de julho de 1983; Ney apresentou o espetáculo Mato Grosso, cujo repertório era baseado no trabalho homônimo lançado em 1982; o repertório do referido álbum trouxe as músicas Deixar você e Andar com fé - ambas de Gilberto Gil -, Napoleão (apresentada no álbum Sujeito estranho) e Folia no matagal (do repertório do álbum auto-intitulado de 1981). Alguns destes trabalhos eram inéditos no formato digital, como os cultuados Água do céu Pássaro, Bandido, Pecado e Mato Grosso. Os álbuns estavam fora de catálogo há tempos e trouxeram capas, contracapas e encartes originais dos LPs completos (na edição anterior o encarte havia sido suprimido ou reduzido), letras de todas as músicas e texto interno com a história do álbum no encarte redigido pelo jornalista e crítico musical Rodrigo Faour, que também idealizou a coleção.

Protagonizou o especial da Rede Globo exibido em 28 de junho do mesmo ano, cantando músicas deCazuza. Ainda em 2008, regravou a música Lig Lig Lig Lé para ser a abertura da novela das seis Negócio da China, de Miguel Falabella, e fez uma participação como um dançarino em Macau nesta novela, logo no primeiro capítulo. Também participou do curta-metragem Depois de tudo.

Em março de 2009, Ney protagonizou o filme Luz Nas Trevas, de Helena Ignez, roteiro de Rogério Sganzerla, continuação do filme O Bandido da Luz Vermelha, de 1968. O mais recente trabalho é o elogiado CD Beijo bandido, com produção de Paulo Junqueiro e Victor Kelly, que conta com a participação especial de quatro músicos: Leandro Braga, que já havia trabalhado com o cantor em projetos anteriores (piano), Ricardo Amado (violino e bandolim), Felipe Roseno (percussão) e o multiinstrumentista Lui Coimbra (violoncelo e violão), trazendo músicas inéditas e regravações.

Maiores Sucessos

  • Secos & Molhados (1973) - LP de diamante duplo
  • Secos & Molhados [II] (1974)
  • Água do Céu-Pássaro, também conhecido como Homem de Neanderthal (1975)
  • Bandido (1976) - LP de Ouro
  • Pecado (1977)
  • Feitiço (1978) - LP de Ouro
  • Seu Tipo (1979) - LP de Ouro
  • Sujeito Estranho (1980)
  • Ney Matogrosso (1981) - LP de Platina
  • Mato Grosso (1982) - LP de Platina
  • …Pois É (1983) - LP de Ouro
  • Destino de Aventureiro (1984) - LP de Ouro
  • Bugre (1986)
  • Pescador de Pérolas (1987) - LP de Platina
  • Quem Não Vive Tem Medo da Morte (1988)
  • Ney Matogrosso ao Vivo (1989)
  • À Flor da Pele (1990) - com Raphael Rabello - LP de Platina
  • As Aparências Enganam (1992) - com o grupo Aquarela Carioca
  • Estava Escrito (1994)
  • Um Brasileiro (1996) - CD de Ouro
  • O Cair da Tarde (1997)
  • Olhos de Farol (1999)
  • Vivo (1999) - CD de Platina
  • Batuque (2001) - CD de Ouro
  • Ney Matogrosso Interpreta Cartola (2002) - CD de Ouro
  • Ney Matogrosso Interpreta Cartola Ao Vivo (2003)
  • Vagabundo (2004) - com o grupo Pedro Luís e a Parede
  • Canto em Qualquer Canto (2005)
  • Vagabundo ao vivo (2006) - com o grupo Pedro Luís e Parede
  • Inclassificáveis (2008)
  • Camaleão (2008) - caixa com os discos de 1975 a 1990 remasterizados + um disco bônus

Fonte Wikipedia